Varíola dos Macacos

Conteúdo atualizado em: 05/08/2022

Desde o início de maio de 2022, casos de varíola dos macacos foram relatados em países onde a doença não é endêmica, além de casos que continuam sendo notificados em vários países onde ela se encontra. A maioria dos casos confirmados com histórico de viagens relatou viagens para países da Europa e América do Norte, e não para a África Ocidental ou Central, onde o vírus da varíola dos macacos é endêmico. Esta é a primeira vez que muitos casos e grupos de casos de varíola dos macacos foram relatados simultaneamente em países não endêmicos e endêmicos, em áreas geográficas amplamente díspares. (OMS)

Surto e controle

"Em maio de 2022, vários casos de varíola foram identificados em vários países não endêmicos. Atualmente, estudos estão em andamento para entender melhor a epidemiologia, as fontes de infecção e os padrões de transmissão." (tradução livre - OMS)

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Transmissão

"a varíola dos macacos é transmitida principalmente por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais, lesões na pele ou mucosas de animais infectados. A transmissão secundária ou de pessoa a pessoa pode acontecer por contato próximo com secreções infectadas das vias respiratórias ou lesões na pele de uma pessoa infectada, ou com objetos contaminados recentemente com fluidos do paciente ou materiais da lesão. A transmissão ocorre principalmente por gotículas respiratórias. Esta enfermidade também é transmitida por inoculação ou através da placenta (varíola dos macacos congênita)." (OPAS/OMS)

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Diagnóstico

"A varíola dos macacos apresenta febre, uma erupção extensa característica e linfonodos geralmente inchados. É importante distinguir a varicela de outras doenças, como varicela, sarampo, infecções bacterianas da pele, sarna, sífilis e alergias associadas a medicamentos. O período de incubação da varíola dos macacos pode variar de 5 a 21 dias."   (OPAS/OMS)

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Tratamento

"Não há tratamentos específicos para a infecção pelo vírus da varíola dos macacos. Os sintomas costumam desaparecer espontaneamente, sem necessidade de tratamento. A atenção clínica deve ser otimizada ao máximo para aliviar os sintomas, manejando as complicações e prevenindo as sequelas em longo prazo. É importante cuidar da erupção deixando-a secar, se possível, ou cobrindo-a com um curativo úmido para proteger a área, se necessário. Evite tocar em feridas na boca ou nos olhos."(OPAS/OMS)

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